Meu nome é Ana Cristina Lamas - CRP 06/141121
Sou psicóloga formada, com especialização em Psicologia Junguiana e a Prática Clínica, Educação e Organização e em Neurociência e Física da Consciência. Acompanho processos de quem escolhe olhar com mais verdade para si.
Minha escuta clínica parte da Psicologia Analítica Clássica, articulada com os avanços da neurociência e da antropologia contemporânea. Não trabalho com interpretação moral de comportamentos, nem com explicações lineares de causa e efeito. O foco está na observação dos fenômenos psíquicos tal como se apresentam: pensamentos, sensações corporais, afetos e repetições. Ao identificar os núcleos instintivos ativados em cada situação, o cliente passa a reconhecer padrões automáticos que antes operavam no inconsciente. Esse reconhecimento não visa adaptação externa, mas organização interna, favorecendo a ampliação da consciência e a redução da dependência emocional do processo terapêutico.
O subjetivo é singular, porque cada pessoa age a partir de sua história, de sua vivência e da leitura que fez das exigências do meio.
O instinto, porém, é plural. Ele se manifesta por núcleos universais; vítima, arrogância, entre outros que desvelamos, que se repetem como fenômenos da espécie, ainda que vivenciados de modos únicos em cada indivíduo.
É essa pluralidade do instinto que torna possível a vida psíquica. Sem ela, não haveria conflito, nem movimento, nem consciência.
Ao longo de minha trajetória fui observando e constatando algumas dinâmicas. Com este material pude elaborar um livro que teve como origem minha vivência pessoal, enquanto paciente. Quando estava em formação a pergunta que me norteou foi: Que poder é esse? Com este questionamento elaborei meu TCC e minha experiência só recheou seu conteúdo. Hoje apresento o fruto deste questionamento, o e-book: As possíveis relações de abuso de poder do psicoterapeuta: A busca da ética para inibir relações de abuso de poder na psicoterapia



